Afinal uma filosofia comum com a da Artes&Etc que afirma que a Tradição ainda é o que era…mas com roupagens novas.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ach.Brito, Confiança e Artes&Etc...ménàge à trois
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A tradição ainda é o que era
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Já abriu a Artes&Etc do Castelo de São Jorge
sábado, 26 de março de 2011
...Ao ataque ao Castelo!!!
Como diria Monsieur de La Palisse depois da terceira vem a quarta...Traduzindo isto por miúdos, depois da recente inauguração da terceira Artes&Etc
na Rua da Misericórdia, junto ao Camões, já estamos a ultimar a próxima,
desta vez na Rua Bartolomeu de Gusmão,
a poucos metros da entrada do Castelo de São Jorge.
Para a semana esperamos já ter datas mais precisas...
Declarado Monumento Nacional em 1910, pouco antes da implantação
da República, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa
com testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C..
Fenícios, Gregos, Cartaginenses, Romanos
e Muçulmanos por aqui passaram... e agora é a nossa vez.
O Castelo sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940
e no final da década de 1990, que tiveram o mérito de reabilitar o monumento,
actualmente o local de Lisboa preferido pelos turistas
que atingiram 1 milhão de visitantes em 2010.

Será excelente se este ano esse número vier a aumentar ainda mais...
terça-feira, 22 de março de 2011
Uma vernissage de Beleza e Sorrisos
no Espaço Docas
A inauguração decorreu em ambiente de grande boa disposição, com a presença de muitas pessoas que apreciaram a beleza e mistério das telas que povoavam o grande salão debruçado sobre o Tejo...
Objectos de Cortiça...Made in Portugal
de possíveis aplicações e que, há muito,
é associado ao nosso País.
Infelizmente, durante muitos anos, para além da óbvia
e reconhecida utilização internacional no fabrico de rolhas de qualidade, as tímidas incursões feitas no mundo
da Moda, da Decoração e dos Acessórios
foram sempre incipientes e de cariz amador,
rondando em muitos casos o mau gosto.
a utilização de designers competentes,
a exigência de qualidade,
a procura de novas formas que cativem
um público cosmopolita e exigente tem provocado
o aparecimento de novas empresas
com objectivos bem definidos - levar as suas colecções
de objectos de cortiça ao encontro de, cada vez mais,
camadas sofisticadas, nacionais ou estrangeiras.
É este o caso da CORKWOOD que recentemente estabeleceu uma parceria com a Artes&Etc para comercialização das suas peças.
E assim as mochilas, malas, carteiras, canetas ou colares, entre muitas outras peças, podem ser encontradas nas lojas das Docas, Baixa ou Camões e, muito em breve, também no Castelo.
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Artesanato urbano
sexta-feira, 11 de março de 2011
AvisRara - Exposição de Pintura de Rita Ventura
e outras que se abrigam nos ramos de árvores frondosas.
Pássaros que dialogam com jovens esguias e misteriosas também elas
aninhadas em troncos sinuosos e labirínticos, formando teias/telas
em que realidade e poesia se alternam e completam.
Feminina, liberta, atraente, divertida, sensual, onírica, independente e cúmplice
- adjectivos que definem, embora só parcialmente, a pintura de Rita Ventura.
Avis Rara, nome de exposição mas também declaração de intenções de uma estética desalinhada, livre e não sujeita a modismos, em que o prazer de quem pinta
só é comparável ao que todos nós, espectadores, poderemos usufruir na sua contemplação,
na sua interpretação…
Exposição de Pintura a ser inaugurada na próxima quarta-feira, dia 16 de Março,
pelas 19h, no Espaço Docas ( Doca de Santo Amaro - Armazém 10) com entrada livre,
todos os dias das 12 às 24 horas. Contamos com a sua presença...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Miss Gato já se passeia pelos lados do Carmo
para divulgar as suas criativas e coloridas peças que abrangem áreas desde a Decoração à Moda, como bem exemplificam as pulseiras e colares.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Abre hoje a Artes&Etc do Carmo
Uma loja ampla e acolhedora onde, de forma harmoniosa, se misturam inúmeros produtos portugueses de qualidade como peças de Artesanato Urbano e Tradicional, Compotas de Alcobaça, Chocolates da Arcádia, Texteis da Serra da Estrela e de Viana do Castelo ou Cerâmica das Caldas da Rainha.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Um Arroz de Cabidela...artesanal
ao seu atelier de Galegos de São Martinho, perto de Barcelos, ela foi peremptória:
-Então almoça cá em casa um Arroz de Cabidela, à minha maneira. Gosta?
Confesso que só não recusei por simpatia pois o avinagrado da Cabidela não é das minhas preferências...
Mas em boa hora aceitei o convite porque o almoço estava divinal.
Até a cor do Arroz era diferente, amarelado com um toque laranja, a seguir o cromatismo das peças da dona da casa.
também ele ceramista de talento, visitei o espólio da artista
com dezenas de peças únicas, fora do mercado, onde de repente,
se encontram vestígios da avó Rosa Ramalho, encomendas de troféus,
prémios ganhos, experiências, motivos abandonados...
Mas o que não vou esquecer nos próximos tempos é o arrozinho.
Não há nada como uma boa refeição ...artesanal!!!
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Artesãos
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Inauguração da Exposição 3 Territórios - Prémios Nacionais de Artesanato
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Viagens na minha Terra (Lusa...)
Com temas tão tradicionais como as Rendas de Bilros,
os Azulejos do Século XVIII ou as Chitas de Alcobaça,
esta jovem e dinâmica empresa criou uma linha de relógios,
leques e eco sacos (…que brevemente, serão acrescidos de outras novidades)
onde tradição e modernidade se misturam, completam e renovam.
A partir de agora já poderá encontrar nas nossas lojas
(Docas, Baixa e, dentro de duas semanas, Camões)
os produtos Terra Lusa, atraentes, sofisticados… e divertidos.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A arte dos Baraça
Filha de Manuel Gonçalves Valada e de Luísa Lopes, fabricantes de louça grossa vidrada, começou a fazer bonecos - uns galinhos - por volta dos sete anos.
O pai vidrava-lhe os bonecos juntamente com a louça grossa e andou pelas feiras de Barcelos, Lamego, Matosinhos, Rio Tinto etc.
Num determinado período da sua vida também se dedicou á produção de galos, que pintava com ajuda de um prego, por um processo de que ciosamente guardava segredo.
As asas pareciam “os tapetes (de flores) do Senhor da Cruz, pelas Cruzes”.
As caras adelgaçada pela ponta dos dedos, polegar e indicador, constituem uma estilização que marca também a produção familiar com que o seu filho, Fernando, e os netos, Carlos, Vítor e Moisés, continuaram a sua obra, contagiados pela mesma paixão pelo barro, cada um criando as suas próprias peças.
Estas sucessivas gerações mantiveram os traços tradicionais do nome “Baraça” e inovaram através da criação de peças novas alusivas á tradições minhotas e populares e não só.
Apostaram na criação de peças de carácter religioso como presépios, santos populares, crucifixos, últimas ceias, peças alusivas à paixão de Cristo.
Também enverdaram pela criação de peças mais contemporâneas através de uma variação do galo de Barcelos tradicional unicolor.
As peças que são a imagem de marca desta família de artesãos são ass banda de música , os galos de Barcelos com relevo e os presépios originais com bicicletas ou pequenos barcos.
Nas últimas duas décadas têm participado em vários certames do artesanato a nível nacional e internaciona em Espanha, Itália e França tendo ganho vários prémios a nível nacional e internacional.
Nas últimas duas décadas têm participado em vários certames do artesanato a nível nacional e internaciona em Espanha, Itália e França tendo ganho vários prémios a nível nacional e internacional.
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Artesãos
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
"3 territórios - Prémios Nacionais de Artesanato" Entrevista a Alexandre Rosa
é, desde Maio de 2005, Vice-presidente do Instituto do Emprego
e Formação Profissional.
Estando sob a sua alçada a responsabilidade da organização
da exibição em Portugal da exposição itinerante
"3 territórios - Prémios Nacionais de Artesanato", que se irá realizar em Lisboa,
de 10 a 27 de Fevereiro, no Espaço Docas, Artes&Etc.,
resolvemos fazer-lhe a pequena entrevista que se segue.
Espaço Docas – Quais são as principais tarefas do cargo que desempenha?
Alexandre Rosa – Sou VP do IEFP, entidade que tem a seu cargo a execução das políticas de emprego e formação profissional no território do Continente.
A sua acção desenvolve-se através de uma rede de Centros de Emprego e de Formação Profissional distribuída por todo o território do continente.
No âmbito da sua actividade o IEFP é, ainda, a entidade pública responsável pelo apoio ao artesanato, enquanto sector de actividade criador de emprego. O PPART – Programa de Promoção dos Ofícios e das Microempresas Artesanais – é um programa que funciona no IEFP sob a minha supervisão, embora com um Coordenador operacional que é o Dr. Fernando Gaspar, a quem muito se deve a qualidade do trabalho que vimos desenvolvendo na criação de condições de apoio e promoção do nosso Artesanato.
Cabe ao IEFP, através do PPART, a gestão do Estatuto do Artesão – através do qual se garante a emissão das Cartas de Artesão e de Unidades Produtivas Artesanais – bem como do Registo Nacional do Artesanato.
As minhas tarefas são, por isso, múltiplas mas todas orientadas para a administração do serviço público de emprego.
ED – Pode descrever a Exposição que estará presente no Espaço Docas, durante o mês de Fevereiro?
AR – Trata-se de uma mostra que pretende dar a conhecer internacionalmente as obras galardoadas nos diferentes certames que se organizam em Espanha, França e Portugal sob a designação comum de Prémios Nacionais de Artesanato e que se destacam pela sua qualidade e excelência. Irão estar patentes ao público um total de 30 peças (10 de cada país), de áreas diversificadas, como a cerâmica, o vidro, o têxtil/vestuário, a joalharia ou o mobiliário.
No caso português, o Prémio Nacional de Artesanato, de edição bienal, é instituído pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade, através do IEFP, conta com duas categorias - Artesanto Tradicional e Artesanato Contemporâneo, e já leva mais de 20 anos de realização ininterrupta. As 10 obras portuguesas foram seleccionadas de entre as peças premiadas em 2001, 2003, 2005 e 2009, e entrou em linha de conta com o conceito global delineado para a exposição.
Quero dizer também que a exposição "3 territórios" é uma das acções que integram o Projecto EUROART, liderado pela Fundação Espanhola para a Inovação do Artesanato (FUNDESARTE) e tendo como parceiros o Instituto Nacional dos Ofícios Artesanais (INMA) de França, e o IEFP em Portugal, e tem o objectivo de demonstrar a vitalidade do sector do artesanato simbolizada nas obras de grande valor cultural, estético e funcional que vão ser exibidas.
ED – Como vê o panorama actual do Artesanato português e quais os passos que os organismos oficiais, como o seu,
têm feito para protecção e desenvolvimento do mesmo?
AR – Eu vejo o sector do artesanato como uma grande mais valia para a afirmação da nossa identidade e, por isso, com um grande futuro. Num mundo tão globalizado como aquele em que vivemos e em que tudo tende a ser igual, importa tirar partido do que nos distingue. O nosso Artesanato faz parte, sem dúvida, desses elementos distintivos que contribuem para a nossa afirmação no mundo. A preservação as nossas tradições, não fechando, antes pelo contrário, caminho à inovação e à incorporação de elementos de modernidade, como o fazem, por exemplo e entre muitos outros, as Mulheres da Serra de Montemuro, é, seguramente, um caminho que, para beneficio de todos, podemos e devemos explorar.
O IEFP, através do PPART e de toda a sua rede de Serviços Locais e Regionais, disponibiliza um conjunto de instrumentos orientados para o apoio, promoção e valorização do nosso artesanato e dos artesãos, em que se salientam:
- Emissão das Cartas de Artesão e de Unidade Produtiva Artesanal nas áreas alimentar e não alimentar, de acordo com o previsto em legislação própria;
- Implementação e actualização periódica do Registo Nacional do Artesanato, disponível em e onde constam todos os Artesãos e Unidades Produtivas Artesanais portadores de carta ;
- Promoção do processo de qualificação e certificação de produtos artesanais tradicionais, em articulação com associações de produtores, autarquias locais, associações de desenvolvimento, etc.;
- Realização de actividades de promoção e valorização do artesanato, de formação de artesãos e de participação em projectos de apoio técnico;
- Co-edição da revista “Mãos”, publicação semestral especializada em artes e ofícios;
- Concessão de apoio financeiro à organização de feiras de artesanato e à participação dos artesãos nas mesmas;
- Participação institucional na FIA – Feira Internacional de Artesanato (Lisboa) através de uma exposição temática em cada edição, com publicação de catálogo, e do apoio financeiro à participação de 120 artesãos provenientes de todo o país, no Pavilhão dedicado ao Artesanato Português, uma iniciativa que já leva 20 anos;
- Realização do Prémio Nacional de Artesanato, iniciativa que já referi.
ED – Para terminar, qual é a sua opinião acerca do Espaço Docas e do Projecto Artes&Etc, no geral?
AR – Pelo que conheço do Espaço e do Projecto devo dizer que tenho uma opinião positiva. Acho, aliás, que a melhor forma de ajudar o nosso artesanato e os nossos artesãos é, mais do que pensar em subsídios, criar condições para a comercialização dos seus produtos. Sou daqueles que pensam que o artesanato terá futuro e os nossos artesãos poderão viver dele se conseguirem colocar os seus produtos no mercado. E que os circuitos de comercialização do nosso artesanato devem, tanto quanto possível, desenvolver-se em paralelo com os circuitos normais. O nosso artesanato tem muita qualidade. Tem produtos vendáveis em qualquer parte do mundo. Por vezes faltam os canais de comercialização. E o Espaço Docas e o Projecto Artes&Etc, tal como alguns outros projectos empresariais de comercialização das nossas artes tradicionais, é por isso credor, justamente, dos meus votos de maior sucesso.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Ao pé do Camões, quem tem um olho é Rei
Será já na primeira semana de Março a abertura da terceira unidade Artes&Etc.
Localizada em plena Rua da Misericórdia, a dois ou três minutos do Largo de Camões,
esta loja marca a fronteira entre o Chiado e o Bairro Alto.
Artéria, antiga e com tradições, já teve vários nomes,
entre os quais Rua Larga de São Roque, Rua de São Roque e Rua do Mundo,
antes deste pelo qual foi baptizada actualmente.
Esperemos que, muito em breve, seja conhecida como a Rua...da Artes&Etc.
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